Eu acredito, eu luto até o fim: não há como perder, não há como não vencer.
Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet.
Ninguém tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender. Sou demasiada orgulhosa para acreditar que um homem me ame: seria supor que ele sabe quem sou eu. Também não acredito que possa amar alguém: pressuporia que eu achasse um homem da minha condição.